Os sete blocos do Carnaval Cultural se apresentaram com o maior estilo possível e com muita criatividade artística. Os organizadores do evento se esforçaram para dar condições, mesmo mínimas, para as ruas não terem de reclamar se o carnaval passasse em branco.
Em todas as noites, o grupo Rumbora abria os desfiles mostrando um resumo de todos os blocos participantes.
Em todas as noites, o grupo Rumbora abria os desfiles mostrando um resumo de todos os blocos participantes.
O bloco Caveira saiu com as cores pretas, brancas e cinza, e detalhes de plumas, escudos e asas de anjo. Adolescentes participaram e havia um mestre sala e porta bandeira.
Os Índios abriram ala com cavaleiros, muitas penas e detalhes por todo o corpo. Carroças, alas de meninos e meninas com tochas, arcos e flechas; rezadeiras e personagens da Umbanda como Tranca-Rua, Pomba-Gira, Mãe Tutu e Iemanjá foram personificadas em várias pessoas.
Eternos Foliões, o antigo bloco dos Velhos, veio acompanhado da banda Chico de Jane tocando as antigas marchinhas. Baianas de amarelo, o destaque do laquê, fantasias com chapéu de cor azul e uma ala de vermelho mostravam o enredo ‘Bailar das Cores’.
Os Baianinhos da AIB desfilaram com roupas baianas, plumas, meninas com roupas de Carmem Miranda, ala de crianças, carro alegórico, mostrando o labirinto; meninos sambistas, pescadores e muitos torcedores do time de futebol do Bairro de Fátima: Navegantes Esporte Clube.
O Boi apareceu brilhante com ala de crianças de chapéus de palha, meninas com saias estampadas azuis, flores e o maior carro alegórico com um dos precursores da tradição do Boi em Aracati: Antônio Cajueiro.
Com tudo isso, a Rua Grande empolgou-se também com o bloco do Zé Pereira, na quinta-feira gorda à noite debaixo de muita chuva. Na quarta de cinzas, o bloco dos Loucos da Praça Dom Luís encerraram o carnaval ao meio-dia.

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