A Câmara Municipal aprovou um convênio entre a Prefeitura e o Colégio Marista. Na ocasião, a Secretária de Educação e professores do Colégio compareceram à seção e foi unânime a aceitação dos vereadores em relação à matéria.
O convênio consiste num auxílio financeiro há 19 funcionários entre professores e outras funções.
O professor de história, André Gurgel, 27, disse que “a escola faz um trabalho completo de educação, sem alterar em nada sua filosofia; e que o convênio é necessário, porque cerca de 500 alunos não podem pagar os estudos”.
Para a Secretária de Educação, Célia Bernardes, “esse convênio vem reforçar a educação na Cidade. O Marista está se tornando um anexo do Colégio Municipal”. Bernardes, durante a seção, foi convidada a ir à tribuna e explicou em detalhes a importância do projeto.
O vereador kaká Solheiro, presidente, afirmou que a Câmara começa bem os seus trabalhos, aprovando matérias desta natureza que só vem engrandecer a Cidade. A responsabilidade do vereador é essa: zelar pelo bem do povo.
Mais da metade dos alunos maristas não possuem condições de pagar a mensalidade, e outros possuem abatimentos considerados. O convênio visa estabelecer uma parceria para dar apoio a uma instituição que, desde 1947, presta um relevante serviço ao Aracati.
A história
A História Marista em Aracati começou nos idos de 1945, quando o aracatiense Benedito Augusto de Carvalho (Bení Carvalho), quando Interventor do Estado do Ceará, fez a doação para a construção de um colégio para educação masculina em Aracati. Na época, quem cuidava desses assuntos no Município, era a Sociedade Aracatiense de Educação, fundada em 25 de Outubro de 1945. No início de 1946, a Sociedade Aracatiense de Educação convida a Congregação dos Irmãos Maristas para dirigir o Ginásio destinado à educação masculina, que seria instalado em 1947. Foi oferecido aos Maristas um terreno no centro da cidade, medindo 117 metros de frente por 210 metros de fundo e já tendo em construção cinco salas de aula. No final de 1947, as salas e o muro que circundava o colégio estavam concluídos. (marista.edu.br)
O convênio consiste num auxílio financeiro há 19 funcionários entre professores e outras funções.
O professor de história, André Gurgel, 27, disse que “a escola faz um trabalho completo de educação, sem alterar em nada sua filosofia; e que o convênio é necessário, porque cerca de 500 alunos não podem pagar os estudos”.
Para a Secretária de Educação, Célia Bernardes, “esse convênio vem reforçar a educação na Cidade. O Marista está se tornando um anexo do Colégio Municipal”. Bernardes, durante a seção, foi convidada a ir à tribuna e explicou em detalhes a importância do projeto.
O vereador kaká Solheiro, presidente, afirmou que a Câmara começa bem os seus trabalhos, aprovando matérias desta natureza que só vem engrandecer a Cidade. A responsabilidade do vereador é essa: zelar pelo bem do povo.
Mais da metade dos alunos maristas não possuem condições de pagar a mensalidade, e outros possuem abatimentos considerados. O convênio visa estabelecer uma parceria para dar apoio a uma instituição que, desde 1947, presta um relevante serviço ao Aracati.
A história
A História Marista em Aracati começou nos idos de 1945, quando o aracatiense Benedito Augusto de Carvalho (Bení Carvalho), quando Interventor do Estado do Ceará, fez a doação para a construção de um colégio para educação masculina em Aracati. Na época, quem cuidava desses assuntos no Município, era a Sociedade Aracatiense de Educação, fundada em 25 de Outubro de 1945. No início de 1946, a Sociedade Aracatiense de Educação convida a Congregação dos Irmãos Maristas para dirigir o Ginásio destinado à educação masculina, que seria instalado em 1947. Foi oferecido aos Maristas um terreno no centro da cidade, medindo 117 metros de frente por 210 metros de fundo e já tendo em construção cinco salas de aula. No final de 1947, as salas e o muro que circundava o colégio estavam concluídos. (marista.edu.br)

Um comentário:
Isso é uma excelente notícia para a instituição. Uma vergonha para a cidade! Esse tipo de atitude enriquece cada vez mais os colégios privados em detrimento dos colégios públicos que deveriam sim, ter esse convênio municipal para se aparelharem melhor; pagarem melhor seus professores e colaboradores, para termos uma educação de qualidade ao alcance de todos.
Abraços.
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